terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Vídeos do Show de São Paulo

Alguns vídeos do show em SP postados no youtube, ótima qualidade!
Créditos KhiiyVideos
My Heart Live (20/02/2011 SP)

The Only Exception Live (20/02/2011 SP)

In The Mourning Live (20/02/2011 SP)

When it Rains Live (20/02/2011 SP)

Misguided Ghosts Live (20/02/2011 SP)

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Paramore manda uma mensagem a Porto Alegre

Para matar um pouco mais de ansiedade os fãs que irão ao show em Porto Alegre, o Paramore gravou uma mensagem, convidando todos a irem ao show.

Paramore faz show memorável em SP

O Jornal do Brasil publicou uma reportagem hoje, sobre o show em São Paulo. Confira a matéria abaixo:
Paramore faz show memorável em SP
SÃO PAULO – O penúltimo show da turnê brasileira do Paramore, em nova formação, foi praticamente idêntico ao das outras capitais, neste domingo, em São Paulo, que teve abertura da banda Fake Number. Exceto pela música My Heart, do CD All We Know is Falling (2005), que foi acrescentada ao setlist a pedido dos fãs. Eles organizaram três tentativas – até então frustradas – ao gritar o nome da música e cantar trechos até que a banda, no encore, cedeu ao pedido dos paulistas. A apresentação passeou pelos três álbuns de estúdio lançados, com 19 músicas, em pouco mais de 1h30 de interação.
O show começou pontualmente às 20h para um Credicard Hall com 7 mil pessoas, lotado – e ingressos esgotados há tempos – de um público diversificado, que ia desde pais e avós que levaram filhos e netos até adolescentes, no auge da acne, com looks moderninhos e camisetas descoladas, muitas alusivas ao grupo. E também garotas imitando a vocalista Hayley Williams, minicovers ostentando cabelos pouco compridos e vermelhos. Na pista VIP, havia gente empunhando cartazes em forma de coração, declarando amor à banda, ou apenas dizendo ser aquele o dia mais feliz de suas vidas.
Apesar do tamanho (1,58 de altura), a vocalista Hayley Williams domina o palco como gente grande: vai de um canto a outro, interage com o público e com os outros integrantes, chacoalha a cabeça, brinca com o pedestal – fingindo fazer o exercício que na musculação é chamado de supino -, faz caras e bocas, exprime sua dor em uma simples careta ou ao cerrar a mão e trazê-la contra o peito. E não só ela: em momento de mais animação, o baixista Jeremy Davis e o guitarrista Taylor York fazem acrobacias, dando cambalhotas mortais.
Com um microfone da cor de seu cabelo em mãos, entrou no palco dando socos no ar, com uma blusinha verde, calça preta modelo ’skinny’ e um tênis ’sneaker’. O público foi saudado com Ignorance e até a última música, não parou de cantar e pular até a exaustão. Antes da segunda Feeling Sorry, recebeu das mãos do público uma bandeira do Brasil assinada por fãs e enrolou na cintura, hora em que soltou as primeiras palavras: “Ei, Brasil”, em inglês para um público enérgico, que não parou de gritar um minuto sequer. Ela pedia para os fãs acompanharem o refrão, fazendo cara de quem não acreditava no que estava presenciando e deu um ‘tchauzinho’ de boas vindas. “Vocês estão prontos? Nós somos o Paramore”, exclamou.
Os acordes anunciavam That’s What You Get, quando o fundo do palco foi tomado por um enorme pano, que cobria todo o cenário com a assinatura da banda. No primeiro segundo depois de “No sir”, Hayley comandou o coro na primeira estrofe. “Obrigada”‘, disse ela em português, prosseguindo em seu idioma de origem: “oh, meu Deus! Três anos! Estamos muito felizes de estar aqui na cidade, no País de vocês… É inacreditável! Temos muitas músicas para cantar, espero que gostem. Gostam de músicas rápidas, indagou, disparando: “então provem”.
Em Decode, acenou para o público que estava nas arquibancadas superiores, e luzes verdes faziam lembrar do videoclipe que se passa em uma floresta e de onde você pensa ter ouvido essa trilha: da saga vampiresca dos cinemas Crepúsculo.
Uma pequena pausa para reposicionar a banda e a plateia grita insanamente. A musa adolescente então aparece: “estão se divertindo? Vocês são incríveis”, comentou, explicando que naquele momento iam tocar uma nova música que lembra a terra natal deles, no Tenesse, Estados Unidos. “Cantem, se souberem. Chama-se In The Mourning. O momento precedia um posterior banquinho e violão com todos os membros sentados no centro do palco.
Mais um diálogo de Hayley: “vocês são incríveis, obrigado por cantarem junto comigo. Vocês estiveram esperando esse show esses três anos? Porque nós sim! Esta é a segunda vez que viemos a São Paulo, prometo que não vai demorar para voltarmos”, e ofereceu Where The Lines Overleap para os amigos, família e fãs ao redor do globo. Hayley agradeceu aos fãs, dizendo que não acredita na morte da indústria fonográfica: “vejo essa vivacidade estampada no rosto de vocês. Aos que compraram nosso último álbum, essa é para vocês”, destacando Misguided Ghosts.
A banda saiu do palco e voltou com a frontwoman afirmando que São Paulo já tinha provado que podia cantar, mas ela queria ver agora a plateia dançando. O pedido foi atendido ao som de Crushcrushcrush, e Hayley até ensaiou uma rebolada para animar a galera. Em Pressure pediu para jogar os braços para cima, de um lado para o outro.
Hayley pediu que o público aplaudisse a banda de abertura Fake Number, que disse ter conhecido os membros na última passagem pelo Brasil. E, por isso, surgiu o convite para eles abrirem a apresentação paulista.
De olhos fechados, Hailey começou a cantar The Only Exception, enquanto a plateia acendia seus celulares e estendia o braço para cima, com movimentos de um lado para outro – algumas pessoas sacaram de seus bolsos isqueiros, enquanto os mais moderninhos, usavam bolas coloridas com LED (Diodo Emissor de Luz) piscante.
Na última música, Hayley mostrou um microfone e disse que aquele representaria cada um dos fãs e chamou dois deles para o palco: um para acompanhá-la no vocal, o outro para assumir a guitarra. Aquele que ela chamou de “novo Hayley” é o estudante de 19 anos Leivison Rosa, de Uberaba, Minas Gerais. Ele foi escolhido por meio do fã-clube oficial da banda, em uma promoção do espaço chamado Meet and Greeting. Ele cantou uma estrofe de Misery Business, última música para os paulistas que levarão consigo a lembrança memorável de ter conseguido interferir no setlist já fechado pelo grupo.
Marcava 21h35 no relógio, quando Hayley e asseclas dominaram a frente do palco e se curvaram ao público em sinal de agradecimento. Agarrada no baixista Jeremy Davis pela barriga, Hayley saiu do palco arrastando o companheiro até a coxia.
Depois da saída dos irmãos Farro, em 2010, esta é a primeira aparição do grupo com a adição de Justin York (guitarra) e Josh Freese (bateria). Completam a banda Taylor York (guitarra base) e Jeremy Davis (baixo). Desde o dia 16 no País com essa nova formação, quando iniciou a turnê em Brasília, o grupo já passou por Belo Horizonte (17) e Rio de Janeiro (19). Encerra a turnê em Porto Alegre (22) no Teatro Bourbon.

Paramore leva fãs para cantar e tocar guitarra em SP

O Portal R7 fez uma resenha do Show de São Paulo, confira o texto abaixo:
Grupo americano apresentou novos integrantes e agradeceu banda brasileira no palco\
O Paramore teve um retorno memorável ao Brasil.
A banda americana fez o penúltimo show da turnê nacional neste domingo (20), a segunda pelo país, em show lotado no Credicard Hall, em São Paulo.
Pontualmente às 20h, o grupo subiu ao palco com Ignorance, e foi recebida por uma plateia ensandecida e ansiosa, após uma espera de três anos desde a primeira aparição da banda no país.
Neste intervalo, a cantora Hayley Williams e seus colegas lançaram mais um disco e montaram uma coleção de hits.
Na sequência, tocaram Feeling Sorry, That’s What You Get, For a Pessimist, Emergency, Playing Good, Careful e Decore, mesclando faixas dos dois álbuns mais recentes.
Assim como em Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, o miolo do show foi premiado por uma sequência acústica.
Nele, a banda apresentou a nova In The Morning, primeira composição da nova formação do grupo sem os irmãos Farro [Josh e Zac], que saíram no final do ano passado.
O fanatismo brasileiro pelo Paramore parece não ter sido muito abalado com a ausência dos dois.
No lugar deles, o baterista Josh Freese e o guitarrista Jon Howard foram discretos e ficaram afastados da frente do palco.
Ao serem apresentados ao público pela vocalista, porém, foram recebidos aos gritos.
Hayley, alías, mostrou ao vivo tudo o que se ouve nos álbuns e se vê nos clipes.
Agudos muito bem executados e a mesma presença agitada e forte no palco, capturando todas as atenções, com a ajuda de seu famoso e inconfundível cabelo colorido, atualmente vermelho.
Ela ainda fez questão de pedir ao público para ovacionar a banda de abertura, Fake Number.
O grupo paulista têm o Paramore como maior referência e encontrou os americanos por aqui em 2008.
Mas somente agora tiveram o prazer de dividir o palco com os seus heróis no Rio e em São Paulo.
De volta às guitarras elétricas, Crush, Crush, Crush veio antes de Pressure e Looking Up.
Um dos pontos altos da noite ficou com o sucesso The Only Exception.
Nos quatro andares do Credicard Hall, celulares brilhavam carregados por mãos sincronizadas, que iam de um lado para o outro, juntas de um belo coro de vozes.
Após a banda deixar o palco, quando parecia que nada mais poderia acontecer para superar o momento descrito acima, eis que Hayley chama dois fãs (já pré-selecionados) para o palco.
E, mesmo que só por uma música, eles podem dizer que já tocaram com o Paramore.
São eles Luvilson Rosa e Frederico Mantovani, ambos de 19 anos, que fizeram parte de um seleto grupo do fã clube brasileiro e conheceram a banda pouco antes do show.
O Paramore gostou dos dois e os escolheu para cantar e tocar guitarra, respectivamente, em Brick By Boring Brick.
Ao contrário dos outros shows no país, Luvilson foi o único homem a realizar o dueto com Hayley – nos outros, foram mulheres.
Ele veio de Uberlândia e enfrentou sete horas na estrada antes de presentear a vocalista do grupo com uma bíblia.
Ao R7, o fã contou que a emoção era tanta que já estava a ponto de ter uma parada cardíaca minutos antes de receber um microfone amarelo das mãos de Hayley.
Frederico Mantovani também encontrou seus ídolos antes do show.
Ele presenteou todos com camisetas personalizadas com frases de várias músicas da banda e um DVD dele e da irmã de 8 anos tocando músicas do Paramore em casa.
Não satisfeito, pediu pessoalmente para assumir a guitarra.
- Fiz o pedido e a Hayley, o Jeremy e o Taylor se entreolharam, disseram ok e o produtor já veio falar comigo.
A banda fechou a noite com o primeiro sucesso da carreira, Misery Business.
Satisfeito, o público aplaudiu e gritou muito quando o quinteto foi à frente do palco agradecer pela grande noite.
Para quem não viu, a última parada brasileira neste ano será em Porto Alegre, terça-feira (22).
Ou em uma próxima vez, que, se depender da energia trocada entre banda e fãs, será muito em breve.

novo video no Tumblr

Hayley postou mais um vídeo no Tumblr, mostrando o Paramore no camarim do show (em São Paulo). Eles agradecem a presença do público nos shows, dizem que a turnê na América do Sul está sendo maravilhosa, além de uma declaração de amor do Jeremy no final da gravação.

Paramore com 13 milhões de fãs no Facebook

Pra quem acompanha o twitter do Adam (da Fueled By Ramen), deve ter visto o anúncio de que a página do Paramore chegou a 13 milhões de fãs no Facebook!
Se você tem Facebook e ainda não curtiu a página, é só clicar aqui e curtir.

Taylor no Hotel em BH

Algumas fãs tiveram a sorte de encontrar com o Taylor no hotel em que a banda se hospedava em Belo Horizonte. Elas gravaram um pedaço de uma conversa com ele:

Hayley chama fãs em Misery Business no RJ

Ontem no show do Rio de Janeiro, Hayley chamou duas fãs ao palco no final de Misery Business, uma para cantar e outra para substituir o Taylor, confira o vídeo:

E hoje tem mais em São Paulo! Preparados?
 

Fake Number fala sobre Paramore

A banda Fake Number foi escolhida para abrir os shows do Paramore no Rio de Janeiro e em São Paulo. A Veja São Paulo conversou um pouco com eles sobre expectativas e mais:
Fake Number abre o show do Paramore neste domingo (20)
Elektra, vocalista da banda, fala sobre como surgiu o convite e as expectativas da apresentação
Após um abaixo-assinado com 7 mil nomes, a Time For Fun, empresa responsável pela vinda do Paramore ao Brasil anunciou na semana passada que a abertura dos shows da banda americana em São Paulo e no Rio de Janeiro ficaria por conta do quarteto paulista Fake Number
Formado em Lorena, em 2006, o grupo atualmente é formado por Elektra (vocal), Pinguim (guitarra), Andre (bateria) e Marcus (guitarra). A Fake Number ficou conhecida pelo disco que leva o nome da banda, lançado pela Arsenal Music, em 2007.
A vocalista Lívia Xavier, mais conhecida como Elektra, conversou com a VEJA SÃO PAULO sobre as expectativas do show.
Veja São Paulo — Como você conheceu o Paramore?
Elektra — Sempre gostamos da banda. No começo chegamos a fazer alguns covers deles, como “Crushcrushcrush” e “That’s What You Get”, e os citamos como influência o tempo todo. Quando eles vieram para cá pela primeira vez (em 2008), eu os conheci pessoalmente e entreguei uma camiseta do Fake Number. A Hayley usou e foi superlegal! Muitos fãs nossos começaram a ouvir Paramore por causa da gente, e vice-versa.
Veja São Paulo — Como surgiu o convite para abrirem o show?
Elektra — Mandamos o material para a Time For Fun. Não estávamos muito esperançosos, então fizemos a maior campanha, unimos 7 mil assinaturas em um abaixo-assinado, fizemos vídeos e na semana passada recebemos um e-mail falando que a produção do Paramore tinha escolhido a gente para abrir os shows do Rio e São Paulo. Foi demais!
Veja São Paulo — Qual a expectativa da Fake Number para as apresentações?
Estamos muito nervosos! A gente não sabe o que esperar, porque ao mesmo tempo que tem fãs que gostam de nós, há muita gente que não gosta por achar que é cópia. Não somos, eles são uma influência. Mas a gente vai subir lá e fazer nosso trabalho, mostrar como é a Fake Number pra que quem não gosta possa tirar as próprias conclusões.
Veja São Paulo — O que você espera do show do Paramore com a nova formação?
Elektra —
Confesso que estou ansiosa pra ver como vai ser, mas tenho certeza que não vai piorar em nada, eles não fariam isso. Aposto que os caras que substituíram devem ser muito bons também.
Veja São Paulo — Quais os próximos planos da Fake Number?
Elektra — Vamos gravar o clipe de “4 mil horas”, que ainda é do CD antigo, porque prometemos para os fãs. Estamos preparando músicas novas e vamos lançar algumas na internet. Acredito que até o fim do ano vamos lançar um novo

Depoimento de fã pelo Ragga Drops

O site da revista Ragga Drops (parte do jornal Estado de Minas) convidou uma fã para fotografar o show na capital mineira, e publicou o depoimento dela:
Fã de Paramore dá depoimento sobre o show
Thamires é fã do Paramore e, a convite do Drops, foi ao show da banda para contar como foi a experiência
Thamires viu Paramore de pertinho
No final da tarde de terça-feira fui para a fila do show do Paramore encontrar alguns amigos que já estavam na porta do Chevrolet Hall. Algumas pessoas jogavam cartas enquanto outras arrumavam o local para dormir. Só voltei para casa por volta de 3h da manhã. Na quarta-feira voltei para o local novamente e já havia chegado mais pessoas para garantir lugar na grade do show e poder ver de pertinho seus ídolos.
Novamente voltei de madrugada para casa. O meu plano era voltar na quinta e ver os meus amigos antes deles entraram no show, já que não havia comprado ingresso e não ganhei nenhuma promoção. Até que recebi uma ótima notícia, que iria poder entrar no show para fotografar e entrevistar algumas pessoas para o Ragga Drops!
Eu não sabia o que fazer na hora, se chorava, sorria ou ligava para os meninos para contar a novidade. Na mesma hora corri para arrumar algumas coisas e ir para casa pronta para trocar de roupa e ir com tudo para o show. Chegando lá, a fila já estava enorme e todo mundo estava pronto. Os meus amigos bem na frente. Quando o portão abriu foi uma loucura. Todos correndo, gritando e chorando. Show começou e muitas pessoas passaram mal, pois estava muito quente. Mas valeu a pena passar por tudo. Foi o melhor show até hoje em BH.
Outros fãs
Conversei com Gabriela Batista e Erika Lima, que são de Fortaleza. Elas vieram para o show na terça-feira, dia 15, às 8h15 e foram para a fila por volta das 11h. Elas passavam o dia inteiro na fila e, à noite, voltavam para o hotel. Algumas pessoas do Fã Clube Paramore MG guardavam lugar para elas e para outras pessoas, que faziam o mesmo. Isso tudo para garantir uma vista privilegiada dos ídolos. As garotas foram para o aeroporto de Confins, onde a banda iria chegar para ver se conseguiam tirar uma foto com eles. Ficaram lá de 8h30 até 11h30, mas não conseguiram. Elas acabaram se hospedando no mesmo hotel que a banda, mas também não conseguiram contato até então. Espero que tenham conseguido algo.
Conversei também o Pill Hilton (Marcos), o criador do Fã Clube Paramore-MG, que estava na fila desde terça, dia 15. Ele contou que foi um dos primeiros a chegar à porta do Chevrolet Hall. Chegou lá ao meio dia e diz que foi uma bagunça, mas que valeu muito a pena, pois ficou na grade do show de frente para Hayley e pode ser o sorriso da “sua baixinha”.
No show estavam pessoas do sul de Minas, São Paulo, Fortaleza, Bahia, Espírito Santo, entre outros. A cantora Lu Alone também curtiu o show ao lado de amigos e do irmão, Ian Alone.

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